Evento em defesa da anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro reuniu cerca de 150 militantes da direita bolsonarista em Rio Preto neste domingo. O ato foi promovido pelo vereador Dr. Tedeschi e ocorreu das 9h às 16h, na altura do número 5 mil da avenida José Munia. Ao longo do dia, apoiadores passaram pelo local de forma contínua, mantendo a mobilização ativa durante todo o período.

A manifestação em Rio Preto aconteceu no mesmo dia em que a marcha liderada pelo deputado federal Nikolas Ferreira, que saiu de Minas Gerais, chegou a Brasília. Na capital federal, o parlamentar foi recebido por uma multidão na Praça do Cruzeiro, no Eixo Monumental, onde discursou em defesa da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. A chuva, no entanto, acabou prejudicando a mobilização, que tinha expectativa de reunir ainda mais pessoas.
Na cidade, além do ato organizado por Dr. Tedeschi pela manhã, houve uma segunda mobilização da direita. O vereador Felipe Alcalá promoveu uma passeata a partir das 14h, com chegada ao Centro Regional. Segundo organizadores, a caminhada reuniu aproximadamente 100 militantes.
Durante o evento da manhã, participantes levantaram bandeiras, entoaram palavras de ordem e reforçaram o discurso em favor da anistia como forma de pacificação política. Em declaração aos apoiadores, o vereador afirmou que o encontro cumpriu seu objetivo. “A reunião foi um sucesso porque ela luta por uma necessidade, que é a anistia, para que o país se reconcilie e volte à normalidade democrática”, disse Dr. Tedeschi.

Militantes também comentaram a ausência de representantes do governo municipal liderado pelo Coronel Fábio Candido, e de outros vereadores identificados com a direita local, que foi citado por alguns participantes como um ponto negativo da mobilização.
As manifestações em Rio Preto fizeram parte de um movimento mais amplo articulado por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro em diferentes regiões do país. A pauta central foi a defesa da anistia e a crítica às condenações impostas pelo Supremo Tribunal Federal a envolvidos nos atos de 8 de janeiro, tema que segue mobilizando a base bolsonarista mesmo após mais de um ano dos acontecimentos.

