A inteligência artificial já faz parte da rotina de Rio Preto, presente em atendimentos, bancos, aplicativos e serviços. Agora, o avanço da tecnologia começa a levar robôs físicos para dentro das empresas, em tarefas práticas e de baixo custo.

No mundo, novos modelos mostram que a automação entrou em uma fase de expansão. A startup 1X lançou o robô Neo, voltado para atividades domésticas, capaz de organizar objetos e limpar superfícies. Na indústria, a empresa chinesa UBTECH passou a entregar centenas de robôs para fábricas e centros de logística, mostrando que a produção já ocorre em grande escala.
A XPENG também apresentou uma nova geração do humanoide Iron, com movimentos mais estáveis e inteligência artificial mais avançada. Mesmo assim, robôs humanoides ainda não fazem parte do dia a dia de Rio Preto. O que já existe são robôs de automação simples e eficientes.
Segundo o consultor de tecnologia Arthur Santini, associado da Apeti, empresas da região já usam robôs por menos de R$ 2 mil por mês. São máquinas que realizam tarefas repetitivas e ajudam a aumentar a produtividade.
A automação também cresce por razões sociais. A população está envelhecendo e a demanda por cuidado aumenta. Robôs podem assumir parte do trabalho físico e liberar equipes humanas para funções mais complexas.
Os setores que devem sentir essa mudança primeiro são comércio, saúde, serviços, logística e agronegócio. A expectativa é que, em 2026, a discussão não seja mais sobre quando a automação vai chegar, mas sim sobre quem vai se adaptar mais rápido.
A tendência é clara: a inteligência artificial ficou mais acessível, os robôs estão entrando em escala e os impactos já começam a aparecer nas empresas de Rio Preto.

