A medida foi adotada após registros recentes de casos de sarampo em crianças na zona norte da capital paulista, com possível relação com transmissão importada.
Segundo a pasta, cerca de 100 mil doses serão enviadas às duas cidades. A estratégia busca reduzir o número de pessoas suscetíveis e interromper cadeias de transmissão.
A recomendação também considera o aumento de casos de sarampo em países-sede da Copa do Mundo de 2026, como Estados Unidos, Canadá e México, o que amplia o risco de importação da doença.
O ministério reforça que a dose zero é complementar ao calendário vacinal e não substitui as doses regulares aplicadas aos 12 e 15 meses.

