A região de Rio Preto registrou superávit comercial de US$ 1,33 bilhão entre janeiro e setembro de 2026. No período, as exportações totalizaram US$ 1,58 bilhão, uma queda de 0,8% na comparação com o mesmo intervalo de 2025. As importações somaram US$ 251,5 milhões, com crescimento de 8,8%.
O resultado da balança comercial, calculado pela diferença entre exportações e importações, demonstra que a região composta pelos 102 municípios atendidos pelo CIESP Noroeste Paulista vendeu ao exterior mais do que comprou no período. Os dados fazem parte de levantamento do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), com base em informações das regionais do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp).
“Os números mostram a força e a competitividade das empresas da nossa região no mercado internacional. Mesmo com a queda de 0,8% nas exportações e o aumento de 8,8% nas importações, alcançamos um superávit superior a US$ 1,3 bilhão. Esse resultado evidencia o dinamismo da economia regional e a importância da inserção das empresas nos mercados globais”, destaca Caubi Camargo, diretor de Comércio Exterior do CIESP Noroeste Paulista.
Açúcares e carnes lideram as exportações
A pauta exportadora da regional do CIESP Noroeste Paulista foi liderada por açúcares e produtos de confeitaria, que representaram 39,2% do total. Em seguida aparecem carnes e miudezas comestíveis, com 23%, e preparações alimentícias diversas, com 10,8%.
Nas importações, os principais grupos foram peixes, crustáceos e moluscos, responsáveis por 30,3% do total; leite e laticínios e ovos de aves, com 29,3%; e máquinas, aparelhos e instrumentos mecânicos, com 12,8%.
China é o principal destino das exportações
A China foi o principal mercado para os produtos da região, com 17,4% das exportações. Os Países Baixos responderam por 5,9%, seguidos pelos Estados Unidos, com 5,2%.
Entre as origens das importações, o Chile ocupa a primeira posição, com 27,4%. Estados Unidos e China aparecem na sequência, com 22,1% e 21,9%, respectivamente.

