Centenas de extrativistas marcharam pelas ruas de Belém nesta quinta-feira (13) pedindo reconhecimento do papel das comunidades tradicionais na proteção da floresta. O ato, chamado Porongaço dos Povos da Floresta, reuniu seringueiros, castanheiros, ribeirinhos, pescadores e quebradeiras de coco.
Com porongas acesas, símbolo da luta histórica do movimento fundado por Chico Mendes, os participantes defenderam a inclusão das reservas extrativistas nas metas climáticas do Brasil. Segundo o CNS, essas áreas protegem mais de 42 milhões de hectares e armazenam cerca de 25,5 bilhões de toneladas de CO₂.
Ao fim da marcha, o grupo entregou um documento com reivindicações à ministra Marina Silva.

