Viajar para fora do Brasil exige cada vez mais atenção às regras de entrada dos países. O seguro viagem, antes visto como opcional, passou a ser parte essencial do planejamento de férias internacionais.
Na Europa, especialmente nos países do Espaço Schengen, o seguro viagem é exigido há anos. O tratado determina cobertura mínima de 30 mil euros para despesas médicas, hospitalares e repatriação. O seguro deve valer por todo o período da viagem e em todos os países do bloco.
As autoridades podem pedir a comprovação do seguro tanto na emissão do visto quanto na entrada no continente. Segundo o corretor de seguros Leonardo Duarte, de Rio Preto, muitos viajantes ainda tratam o seguro como algo secundário. Ele alerta que a fiscalização existe e a cobertura evita problemas graves durante a viagem.
Na Argentina, a exigência é mais recente. O país passou a cobrar que turistas estrangeiros tenham seguro saúde válido durante toda a estadia. A regra busca garantir atendimento em casos de emergência médica, acidentes ou internações.
Especialistas orientam que o viajante leve sempre a apólice impressa ou digital. Além de atender às exigências legais, o seguro oferece proteção financeira e mais tranquilidade diante de imprevistos fora do país.

