A reunião extraordinária da Organização dos Estados Americanos (OEA), realizada nesta terça-feira (6), deixou clara a divisão política no continente sobre a ação militar dos Estados Unidos na Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro.
Países como Argentina, Equador, Paraguai e El Salvador defenderam a intervenção, dizendo que ela representa um avanço contra o narcotráfico. Já Brasil, Chile, Colômbia, México e Honduras criticaram a ação e pediram respeito à soberania da Venezuela e soluções diplomáticas.
Durante o encontro, não houve votação nem decisões formais. Cada país apenas apresentou sua posição. A Venezuela, apesar de ser membro da OEA, não teve direito a se manifestar oficialmente na reunião.

