O hábito de colecionar figurinhas da Copa do Mundo de 2026 se transformou em oportunidade de negócio para a professora Ingrid Hebeler, de Rio Preto. Aos 44 anos, ela criou a In.Grid 3D Print e encontrou nas caixinhas para armazenar figurinhas o produto mais procurado pelos clientes.
Pedagoga e professora das disciplinas de Pensamento Computacional e Robótica há 24 anos, Ingrid percebeu a tendência dentro da sala de aula do Colégio Anglo Rio Preto, onde leciona há mais de uma década.
“Como professora, tenho o hábito de observar o que as crianças trazem para a escola. Quando vi aquelas caixinhas, imediatamente enxerguei uma possibilidade real de mercado e decidi desenvolver uma versão própria”, contou.
Após pesquisas, testes e adaptações, ela lançou um modelo personalizado e iniciou a produção logo após adquirir sua primeira impressora 3D. A procura foi impulsionada pela movimentação em torno da Copa do Mundo.
Além das caixinhas para figurinhas, a empresa produz lembranças de ultrassom, chaveiros, porta-livros, máscaras cosplay, itens decorativos e produtos personalizados para diversos públicos.
“Nosso limite é a criatividade do cliente. Você sonha, a gente imprime”, afirmou a empresária.

