Um estudo elaborado por entidades da sociedade civil aponta problemas no sistema de vigilância Smart Sampa, operado pela prefeitura de São Paulo. Segundo a análise, o uso de reconhecimento facial tem gerado falsos positivos, prisões indevidas e riscos à privacidade.
Desde 2023, o sistema opera com até 40 mil câmeras e custo mensal próximo de R$ 10 milhões. A pesquisa indica falta de transparência na gestão dos dados e questiona a efetividade do programa na redução da criminalidade.
Os dados analisados mostram concentração de abordagens em regiões centrais e periféricas e apontam viés racial e social. A prefeitura afirma que o sistema é seguro, validado por agentes humanos e que os índices de criminalidade apresentaram queda em 2025.

