A paralisação de trens provocou congestionamentos em diferentes pontos da cidade de São Paulo. A interrupção do serviço de transporte sobre trilhos aumentou a quantidade de veículos nas ruas durante os horários de maior movimento.
A greve afetou passageiros que dependem das linhas ferroviárias para deslocamento diário. Parte dos usuários precisou buscar alternativas como ônibus, carros particulares e aplicativos de transporte.
A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) acompanhou o impacto da paralisação e registrou aumento no fluxo de veículos em algumas regiões da capital.
As negociações entre trabalhadores e empresas responsáveis pelo transporte seguem para tentar solucionar o impasse e normalizar o atendimento aos passageiros.

