Segundo a agência da Unicef, 9.300 crianças foram tratadas por desnutrição aguda grave em outubro na Faixa de Gaza. O número permanece elevado mesmo depois do cessar-fogo acordado em 2025.
A ajuda humanitária aumentou, mas ainda não é suficiente, dizem os especialistas da agência. Muitos alimentos básicos continuam faltando, e os preços seguem altos — o que impede que famílias pobres consigam alimentar seus filhos.
O cenário preocupa porque a desnutrição infantil deixa marcas duradouras na saúde. A Unicef pede que todas as rotas de ajuda sejam abertas e que a comunidade internacional se mobilize.
