Mulheres palestinas que conseguiram retornar à Faixa de Gaza após períodos fora do território relataram experiências de extremo sofrimento durante a travessia de fronteiras. Segundo os depoimentos, o retorno foi marcado por longas esperas, revistas rigorosas, interrogatórios e restrições severas à circulação, além da perda de pertences pessoais.
As mulheres afirmam que o processo de retorno é acompanhado por tensão psicológica constante, agravada pela destruição de bairros inteiros, escassez de serviços básicos e insegurança generalizada em Gaza. Muitas encontraram casas destruídas ou familiares deslocados, ampliando o impacto emocional da jornada.
Organizações humanitárias alertam que mulheres e crianças estão entre os grupos mais vulneráveis no contexto do conflito e defendem a criação de corredores humanitários seguros. Os relatos reforçam denúncias sobre violações de direitos humanos e ampliam a pressão internacional por medidas de proteção à população civil.

