Os empresários brasileiros que vendem produtos para fora do país terão mais facilidade para trabalhar. O Conselho Monetário Nacional mudou as regras de um programa de ajuda financeira e agora os exportadores podem mudar a data de envio dos produtos sem perder o financiamento.
Antes, existia muita burocracia se o navio ou avião atrasasse. Agora, o empresário e o banco podem combinar uma nova data. Além disso, o prazo para provar que a mercadoria saiu do Brasil subiu de 15 para 30 dias após o combinado.
Para diminuir os gastos e o papelório, o governo não vai mais exigir tantas provas em vendas pequenas, que duram menos de dois anos. Outra novidade é que empresas que apenas ajudam na venda (intermediárias) também poderão usar o programa, desde que o produto seja fabricado no Brasil.
As punições para quem errar também ficaram mais claras. No lugar de taxas complicadas, o governo vai cobrar multas mais justas se houver algum problema no contrato. Isso traz mais segurança para quem quer produzir e vender no mercado internacional.
Essas regras já começam a valer agora. O programa existe desde 2001 e ajuda as empresas brasileiras a venderem seus produtos com as mesmas condições de preço e crédito que as empresas estrangeiras oferecem.

