Eleitores de três cidades do interior de São Paulo voltaram às urnas neste domingo (25) para escolher novos prefeitos e vice-prefeitos. Em Macedônia e Martinópolis, os vencedores foram definidos. Já em Narandiba, a situação permanece indefinida porque o candidato mais votado está com a candidatura anulada sub judice, ou seja, ainda depende de decisão judicial.
As eleições suplementares foram realizadas junto com o segundo turno das eleições presidenciais de 2026. Os novos prefeitos e vice-prefeitos de Macedônia e Martinópolis deverão permanecer nos cargos até dezembro de 2028. A votação foi convocada depois que os mandatos dos eleitos em 2024 foram cassados pela Justiça Eleitoral.
Em Macedônia, Edvaldo Fechio (PSD) foi eleito prefeito, com Pedro Antonio Aguiar Gasques (PSD) como vice. A chapa recebeu 1.835 votos, correspondentes a 57,54% dos votos válidos. O adversário, Adilson Luiz Helena (União), obteve 1.354 votos, ou 42,46%. Os votos brancos e nulos somaram 164.
Em Martinópolis, Humberto Emmanuel Schmidt Oliveira (União) venceu a eleição com 8.247 votos, o equivalente a 59,09% dos válidos. Ele terá como vice Fernanda Xavier Passos Crepaldi (União).
Marcos Xavier de Almeida Passos Junior (PSDB) ficou em segundo lugar, com 4.166 votos (29,85%). Gabriel Valões Santos (MDB) recebeu 1.544 votos, correspondentes a 11,06% dos votos válidos.
Em Narandiba, apesar de a apuração ter sido concluída, a definição do resultado depende da situação jurídica do candidato mais votado. Claudio Jose Damacena (União), que tem Elder Magro (PSD) como vice, recebeu 2.135 votos, ou 56,9% dos válidos.
Pedro de Barros (PRD), candidato a prefeito pela coligação Construindo Um Novo Tempo, com Luiz Carlos Porto Martins (PSB) como vice, obteve 1.617 votos, correspondentes a 43,10%.
A candidatura de Damacena está anulada sub judice. Por isso, mesmo tendo recebido a maioria dos votos, ele não pode ser proclamado eleito enquanto essa situação permanecer. Caso a Justiça Eleitoral mantenha a anulação e não haja possibilidade de aproveitamento dos votos, novas eleições deverão ser convocadas, conforme as decisões e os procedimentos aplicáveis ao caso.
As eleições suplementares são convocadas pela Justiça Eleitoral quando a cassação dos eleitos impede a continuidade regular do mandato. O objetivo é permitir que a população escolha novos representantes para concluir o período de governo municipal.

