O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (31) que combater o crime organizado exige ir além das operações em comunidades. Para ele, é necessário “asfixiar as fontes de financiamento” dos grupos criminosos, atingindo os responsáveis pelo dinheiro, chamados por ele de “CEOs do crime”.
Haddad citou como exemplo os devedores contumazes, que usam estratégias para não pagar impostos, muitas vezes ligados a atividades ilegais. O ministro ressaltou que o combate deve atingir todas as camadas do crime, incluindo quem lucra com negócios ilícitos e lavagem de dinheiro, como postos de gasolina e motéis usados para disfarçar recursos do crime.
Durante a entrevista, Haddad destacou a Operação Fronteira, que terminou nesta sexta-feira. A ação durou 15 dias e ocorreu em 60 municípios de 20 estados, com a participação de Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Militar, Exército e outros órgãos. Foram presas 27 pessoas, apreendidas mais de 3 toneladas de drogas, 213 mil litros de bebidas adulteradas, mil armas e uma aeronave com mais de 500 smartphones. Mais de R$ 160 milhões em mercadorias ilegais foram retirados de circulação.
O ministro também anunciou que a Receita Federal publicou uma instrução normativa obrigando fundos de investimento a informar os CPFs dos beneficiários finais. “Agora vamos saber exatamente quem está por trás”, disse Haddad, destacando que a medida aumentará o poder de fiscalização do governo.
Por fim, Haddad fez um apelo ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, para que apoie a aprovação da lei do devedor contumaz, reforçando o combate à criminalidade financeira no estado.O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta sexta-feira (31) que combater o crime organizado exige ir além das operações em comunidades. Para ele, é necessário “asfixiar as fontes de financiamento” dos grupos criminosos, atingindo os responsáveis pelo dinheiro, chamados por ele de “CEOs do crime”.
Haddad citou como exemplo os devedores contumazes, que usam estratégias para não pagar impostos, muitas vezes ligados a atividades ilegais. O ministro ressaltou que o combate deve atingir todas as camadas do crime, incluindo quem lucra com negócios ilícitos e lavagem de dinheiro, como postos de gasolina e motéis usados para disfarçar recursos do crime.
Durante a entrevista, Haddad destacou a Operação Fronteira, que terminou nesta sexta-feira. A ação durou 15 dias e ocorreu em 60 municípios de 20 estados, com a participação de Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Militar, Exército e outros órgãos. Foram presas 27 pessoas, apreendidas mais de 3 toneladas de drogas, 213 mil litros de bebidas adulteradas, mil armas e uma aeronave com mais de 500 smartphones. Mais de R$ 160 milhões em mercadorias ilegais foram retirados de circulação.
O ministro também anunciou que a Receita Federal publicou uma instrução normativa obrigando fundos de investimento a informar os CPFs dos beneficiários finais. “Agora vamos saber exatamente quem está por trás”, disse Haddad, destacando que a medida aumentará o poder de fiscalização do governo.
Por fim, Haddad fez um apelo ao governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, para que apoie a aprovação da lei do devedor contumaz, reforçando o combate à criminalidade financeira no estado.
