A França prestou homenagem nesta quinta-feira às 130 pessoas mortas nos ataques terroristas de 13 de novembro de 2015, cometidos pelo Estado Islâmico em cafés, restaurantes, na sala de shows Bataclan e nos arredores do Stade de France.
Os ataques foram os mais mortais em solo francês desde a Segunda Guerra Mundial e levaram o país a adotar medidas de segurança que permanecem até hoje. A cerimônia começou no Stade de France, onde ocorreu a primeira explosão suicida, que matou o motorista de ônibus Manuel Dias.
A filha dele, Sophie, falou emocionada sobre a dor da família naquela noite e destacou a importância de lembrar as vítimas. O presidente Emmanuel Macron participou das homenagens, com um minuto de silêncio e colocação de flores.
Autoridades, familiares e sobreviventes passaram por todos os locais atacados ao longo do dia. Associações de vítimas informaram que dois sobreviventes cometeram suicídio nos anos seguintes, elevando o total de mortes para 132.
Autoridades francesas afirmam que o risco de ataques do mesmo tipo diminuiu com o enfraquecimento do Estado Islâmico, mas alertam que a ameaça permanece com indivíduos radicalizados dentro do país.

