Um estudo analisou como funciona a disseminação de conteúdos misóginos na internet, envolvendo grupos organizados, redes sociais e plataformas digitais. A pesquisa aponta a atuação de setores ligados à extrema direita e ao uso de big techs.
De acordo com o levantamento, há uma estrutura que favorece a circulação de mensagens de ódio contra mulheres. Esses conteúdos são compartilhados de forma rápida e alcançam grande número de pessoas.
O estudo destaca que a combinação entre tecnologia e grupos organizados amplia o alcance dessas mensagens. Especialistas defendem a criação de políticas públicas para combater esse tipo de prática.

