Especialistas em saúde aproveitaram a Semana Mundial do Aleitamento Materno para alertar sobre a influência exercida pela indústria de fórmulas infantis na divulgação de produtos destinados à alimentação de bebês.
Segundo profissionais da área, estratégias de marketing podem influenciar decisões de famílias e até de profissionais da saúde, contribuindo para o desestímulo ao aleitamento materno quando não há indicação clínica para a substituição do leite materno.
A recomendação das autoridades sanitárias é de aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade e continuidade da amamentação, acompanhada de alimentação complementar adequada, até dois anos ou mais.
Os especialistas destacam que as fórmulas infantis possuem indicação específica para situações em que a amamentação não seja possível ou seja contraindicada, devendo seu uso ocorrer sob orientação de profissionais de saúde.
A campanha busca ampliar a conscientização sobre os benefícios do leite materno para o desenvolvimento infantil, a saúde da mãe e o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho, além de reforçar a importância de políticas públicas de incentivo à amamentação.

