O Conselho Monetário Nacional aprovou novas regras para ampliar o acesso às linhas emergenciais de crédito do Plano Brasil Soberano, destinadas a empresas afetadas pelo aumento das tarifas impostas pelos Estados Unidos.
A partir de agora, fornecedores de exportadores também poderão solicitar crédito, desde que ao menos 1% do faturamento deles venha de empresas atingidas pelas tarifas. Para exportadores diretos, a exigência mínima caiu de 5% para 1% de impacto no faturamento.
As mudanças pretendem evitar rupturas nas cadeias produtivas e garantir liquidez às empresas. As taxas do Fundo de Garantia à Exportação agora variam de 1% a 6% ao ano.
O programa, criado por medida provisória em agosto, disponibiliza R$ 30 bilhões em crédito emergencial.

