Uma ativista de direitos humanos afirmou que não pode parar sua atuação, mesmo após perder familiares durante o período da ditadura militar no Brasil. O relato destaca a importância da memória e da busca por justiça.
Segundo ela, a perda de parentes não diminuiu seu compromisso com a defesa dos direitos humanos. Pelo contrário, reforçou a necessidade de continuar denunciando violações e lutando por reconhecimento das vítimas.
A ativista destaca que ainda existem desafios relacionados ao acesso à verdade e à reparação para famílias afetadas pela ditadura. Para ela, é fundamental que o país continue debatendo o tema.
O depoimento chama atenção para a importância de políticas públicas voltadas à memória e à preservação da história, além do apoio às vítimas e familiares.
A atuação de defensores de direitos humanos segue sendo considerada essencial para garantir que episódios do passado não se repitam.

