O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o bloqueio de R$ 23,7 bilhões no Orçamento federal será distribuído entre os ministérios para evitar impactos concentrados e garantir a continuidade de serviços públicos e programas sociais. Segundo ele, a medida não representa corte definitivo, mas um ajuste temporário dentro das regras fiscais.
O governo justificou o bloqueio como necessário para acomodar o aumento de despesas obrigatórias e cumprir o arcabouço fiscal. A estratégia, segundo Moretti, busca preservar o pagamento de benefícios e manter a execução de políticas públicas consideradas prioritárias.
O Executivo afirma ainda que mantém diálogo com o Congresso para evitar a aprovação de propostas com impacto negativo nas contas públicas. A equipe econômica diz confiar que eventuais mudanças legislativas respeitem as regras fiscais vigentes, de forma a não comprometer o equilíbrio orçamentário.
