Flávio Bolsonaro tem intensificado o discurso religioso e ampliado a aproximação com lideranças evangélicas na pré-campanha de 2026. A estratégia inclui participação em cultos, reuniões com pastores influentes e articulação política direta com denominações de grande alcance nacional, como Assembleia de Deus e outros grupos pentecostais.
O movimento é visto como uma tentativa de consolidar uma base eleitoral considerada decisiva, já que o segmento evangélico representa cerca de um quarto do eleitorado brasileiro. Pesquisas recentes apontam que o senador aparece com desempenho superior nesse público em relação a outros nomes da disputa presidencial, reforçando a importância desse alinhamento político-religioso.
Aliados de Flávio afirmam que a ideia é fortalecer valores conservadores e ampliar o diálogo com igrejas em diferentes estados, enquanto adversários criticam o uso crescente de agendas religiosas em ambiente político. A movimentação já provoca disputa direta com outros pré-candidatos da direita pelo apoio de lideranças religiosas influentes no país.

