Uma organização humanitária internacional decidiu restringir parte de suas operações em um hospital na Faixa de Gaza depois de relatar episódios de intimidação contra seus funcionários. A medida foi anunciada após semanas de tensão na região.
Segundo a ONG, integrantes da equipe médica foram alvo de ameaças e sofreram pressões dentro e fora da unidade hospitalar. A entidade afirmou que a segurança dos profissionais e dos pacientes ficou comprometida, o que levou à redução temporária de alguns serviços.
Apesar da decisão, atendimentos considerados essenciais continuam sendo realizados. A organização destacou que a situação humanitária em Gaza permanece crítica, com hospitais funcionando acima da capacidade e falta de insumos básicos.
Autoridades locais não comentaram diretamente as acusações. A ONG pediu garantias de segurança para retomar plenamente as atividades e reforçou que sua atuação é estritamente humanitária.

