O presidente da CPMI do INSS retirou de pauta o pedido de quebra dos sigilos bancário e fiscal do Banco Master, investigado por suspeitas de irregularidades em empréstimos consignados.
Segundo o senador Carlos Vianna, o requerimento extrapolava o objetivo da comissão, que é apurar contratos firmados com aposentados e pensionistas. Para ele, a quebra total de sigilo não teria utilidade prática no relatório final.
A CPMI segue investigando mais de 250 mil contratos de empréstimos consignados, que apresentam indícios de irregularidades, segundo o próprio INSS. O presidente do instituto explicou que muitos contratos não tinham informações básicas, como taxa de juros e valor total emprestado.
O depoimento do presidente do INSS reforçou que a instituição decidiu não renovar o contrato com o Banco Master após identificar falhas graves na documentação apresentada.

