O novo salário mínimo nacional, fixado em R$ 1.621, começou a ser pago nesta última segunda-feira (2). O reajuste de 6,79%, equivalente a R$ 103, foi oficializado por decreto e já aparece no contracheque referente a janeiro.
O aumento segue a política de valorização do mínimo, que considera a inflação medida pelo INPC e o crescimento do PIB, respeitando o limite do arcabouço fiscal. Atualmente, o valor diário do salário mínimo é de R$ 54,04, e o valor por hora, de R$ 7,37.
Aposentados e pensionistas do INSS que recebem um salário mínimo começaram a receber o novo valor ainda em janeiro, conforme o calendário de pagamentos.
De acordo com o Dieese, o reajuste atinge cerca de 61,9 milhões de brasileiros e deve injetar R$ 81,7 bilhões na economia em 2026. Por outro lado, o impacto adicional nas contas da Previdência Social é estimado em R$ 39,1 bilhões.
Além dos salários, o novo valor serve de referência para benefícios como aposentadorias, pensões, seguro-desemprego e salário-família, além das contribuições ao INSS de trabalhadores formais, autônomos e microempreendedores individuais.

