A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal marcou para março o julgamento dos deputados Josimar Maranhãozinho e Pastor Gil, além do suplente Bosco Costa. Eles são acusados de cobrar propina para liberar emendas parlamentares.
A denúncia aponta que, entre janeiro e agosto de 2020, o grupo teria pedido 1,6 milhão de reais em troca da liberação de 6,6 milhões de reais para o município de São José de Ribamar, no Maranhão.
Segundo a acusação, os parlamentares exigiam de volta 25% das emendas destinadas à saúde. O caso foi denunciado pelo então prefeito Eudes Sampaio.
A Procuradoria-Geral da República pede condenação por corrupção passiva e organização criminosa. As defesas negam irregularidades e afirmam que as provas são frágeis ou ilegais.
O julgamento será dividido em três sessões.

