O Brasil perde diariamente o equivalente a 6.346 piscinas olímpicas de água tratada antes de chegar às casas. Os dados são do Estudo de Perdas de Água 2025, divulgado pelo Instituto Trata Brasil.
O levantamento aponta que 5,8 bilhões de metros cúbicos foram desperdiçados em um ano. O volume seria suficiente para abastecer 50 milhões de pessoas.
As regiões Norte e Nordeste têm os piores índices. Alagoas, Roraima e Acre perdem mais da metade da água distribuída. As perdas acontecem por vazamentos, falhas de medição e consumo irregular.
O estudo alerta que o problema aumenta gastos, pressiona rios e dificulta o abastecimento em um cenário de secas e calor extremo. Se o país reduzisse as perdas para o índice recomendado de 25%, seriam economizados 1,9 bilhão de metros cúbicos por ano — o consumo de 31 milhões de pessoas.
O Brasil perde diariamente o equivalente a 6.346 piscinas olímpicas de água tratada antes de chegar às casas. Os dados são do Estudo de Perdas de Água 2025, divulgado pelo Instituto Trata Brasil.
O levantamento aponta que 5,8 bilhões de metros cúbicos foram desperdiçados em um ano. O volume seria suficiente para abastecer 50 milhões de pessoas.
As regiões Norte e Nordeste têm os piores índices. Alagoas, Roraima e Acre perdem mais da metade da água distribuída. As perdas acontecem por vazamentos, falhas de medição e consumo irregular.
O estudo alerta que o problema aumenta gastos, pressiona rios e dificulta o abastecimento em um cenário de secas e calor extremo. Se o país reduzisse as perdas para o índice recomendado de 25%, seriam economizados 1,9 bilhão de metros cúbicos por ano — o consumo de 31 milhões de pessoas.

