A Polícia Federal afirmou que o ex-presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, recebia R$ 250 mil por mês em propina ligada ao esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões. A prisão foi determinada pelo ministro André Mendonça, do STF.
Segundo o relatório da PF, Stefanutto usava empresas de fachada, como pizzaria e imobiliária, para esconder o dinheiro. As fraudes envolveram mais de 600 mil vítimas entre 2023 e 2024. O ex-presidente teria ajudado a facilitar acordos e blindar o esquema enquanto comandava o INSS.
A defesa afirma que a prisão é ilegal e diz que Stefanutto sempre colaborou com a investigação.

