A Câmara arquivou dois pedidos de criação de Comissões Especiais de Vereadores (CEVs). As propostas propunham um estudo sobre Tarifa Zero no transporte coletivo e do programa Smart Rio Preto. Segundo o vice-presidente da Mesa, Paulo Pauléra (PP) o Regimento Interno foi seguido.
O vereador Jean Dornelas, do MDB, tinha protocolado um projeto para criar uma comissão especial para estudar os impactos do Smart Rio Preto. O programa é uma parceria público-privada da Prefeitura que prevê melhorar a iluminação pública e implantar sistemas de cidade inteligente utlizando 3 mil câmeras interligadas para resolver e previnir crimes . O contrato está estimado em R$ 1,7 bilhão para ser implentado com duraraão de 30 anos.
Dornelas dizia que era preciso aprofundar a análise sobre o possível endividamento da cidade, sobre as contrapartidas financeiras e sobre o equilíbrio econômico do contrato. A comissão também avaliaria os números do projeto, o modelo escolhido e o andamento da licitação. A ideia era ainda fiscalizar os valores envolvidos e conferir se o plano aproveita a estrutura já existente.
A licitação do Smart Rio Preto foi lançada pelo prefeito Fábio Candido. Segundo informado em audiência pública, o processo deve terminar entre abril e maio de 2026. A Câmara realizou audiência no dia 23 de outubro, mas, segundo o vereador, nenhum representante do governo compareceu, o que deixou várias dúvidas sem resposta.
