Cerca de 50 estudantes participaram de uma oficina de educação ambiental na Estação Ecológica Noroeste Paulista, em Rio Preto, para aprender sobre a recuperação de áreas degradadas e a importância das espécies nativas. A atividade foi promovida pela Ecovias Noroeste Paulista em parceria com a Fundação Florestal.

A ação reuniu 48 alunos do 7º ano da Escola Batista Riopretense e dois professores. Durante três horas, os participantes conheceram os desafios da restauração ambiental, aprenderam sobre a germinação das plantas e produziram aproximadamente 500 bombas de sementes.
A técnica utiliza uma mistura de argila, substrato orgânico e água para envolver as sementes e protegê-las até que as condições ambientais favoreçam a germinação. O método foi desenvolvido e difundido pelo agricultor e biólogo japonês Masanobu Fukuoka, na década de 1970.
Entre as espécies utilizadas na oficina estão ipê-amarelo, ipê-amarelo-do-cerrado, angico-branco, guapuruvu, amendoim-bravo, jacarandá-caroba e embiruçu. São árvores nativas que podem contribuir para a recuperação da vegetação e para a manutenção da biodiversidade.
Depois da produção, os estudantes percorreram trilhas da área protegida e espalharam as bombas de sementes em trechos selecionados para a restauração ecológica.
A atividade faz parte dos programas de educação ambiental relacionados ao licenciamento ambiental da Ecovias Noroeste Paulista. A concessionária administra cerca de 600 quilômetros de rodovias no interior paulista, incluindo trechos das rodovias Washington Luís (SP-310), Brigadeiro Faria Lima (SP-326) e outras vias da região.
A iniciativa busca aproximar os estudantes da conservação ambiental e mostrar, na prática, como a participação da comunidade pode contribuir para a recuperação de áreas naturais.

